Falando de Amor

 

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Vou contar uma cena que me dilacera o coração: abrir a geladeira e constatar que acabou o requeijão.

Hiper mega blaster fossa.

Requeijão é um dos pilares da vida. Toda casa de família tem. Todo domingo a noite pede. Todo pão francês exige.

Meu relacionamento com ele é cremoso, leitoso, amoroso demais e ainda que o mundo nos regale com manteigas incríveis, Philadelphias temperados e até Polenguinhos Light, tem momentos que pedem Re-quei–jão. No café da manhã fromage nenhum se compara.

Ao voltar de viagem o primeiro prazer é o reencontro com o requeijão; travesseiro fica em segundo.

Acreditem: minha amiga Ana tem até personal requeijão. Ela abre a tampinha de alumínio e passa o seu queijo na torrada e se por ventura a faca de outro alguém invade a área sabe o que ela faz? Abandona, doa, abre outro só pra ela.

Eu nem sou tão ‘písica’ aliás não consumo requeijão todo dia, na verdade quase nunca porque infelizmente ele tem um único defeito: engorda. Mas hoje isso é ínfimo detalhe.

Porque não vivo sem meu requeijão, preciso poder localizá-lo tipo extintor de incêndio. Quando um copo já está na metade é imprescindível que haja outro na geladeira. É a regra da casa. Pelo menos era.

Ontem, depois daquele zero a zero da seleção, o pãozinho esquentando no forno…abri a geladeira e levei um não, um enorme e dolorido não do requeijão.

Péssimo. Dormi atormentada.

E não pensem que um telefonema para a padaria encerra o caso. Vou apurar responsabilidades.

Mas até lá…

Minha alma segue aflita e eu me esqueço até do futebol.   (RL)

 

 

One Response to “Falando de Amor”

  1. kkkkkkkkkkkkkkkk amei Re!!!! Fique tranquila não é só com você……….

     
    • Virginia Prado
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