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O Bolo Definitivo

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Posso falar?

Meu Bolo de Nozes com recheio de Baba de Moça e cobertura de marshmallow simplesmente arrasou. Valeu cada gota de colesterol.

Misturei a receita da mamãe com a da vovó e acrescentei uma dica da Carla Pernambuco.

Mega moilhadinho, doce na medida, ficou supimpa.

E lindo viu?

Pasmem: o bolo sobreviveu às minhas duas mãos esquerdas, ao meu talento nato para food design.

Não é esse da imagem porque na empolgação esqueci de registrar mas juro que ficou quase tão fotogênico quanto. Tenho testemunhas.

Então, pra você que não almoçou lá em casa semana passada, aqui vai o mapa da iguaria :

BOLO DE NOZES

Para a massa:

12 claras

1 pitada de sal

8 colheres de sopa de açúcar

12 gemas

2 colheres de chá de fermento em pó, peneirado

400 grs. de nozes sem casca, moídas

Bata as claras em neve com o sal. Acrescente aos poucos o açúcar até obter um suspiro firme. Junte as gemas, uma a uma, batendo bem. Junte o fermento e por último misture as nozes delicadamente. Distribua a massa em 3 formas de aro removível, de 20cm, untadas com manteiga e polvilhadas com farinha. Leve ao forno médio (180 graus) até que o palito saia limpo. Desenforme ainda morno e deixe esfriar.

(Obs.: eu fiz um duas formas de 25 cm. porque não tinha 3 de 20)

Para o recheio de Baba de Moça:

1 litro de água

2 xícaras de açúcar

8 gemas peneiradas

1 vidrinho de leite de coco

Faça uma calda em ponto de fio. Deixe esfriar sem mexer. Misture as gemas com o leite de coco e incorpore na calda de açúcar, levando ao fogo sem ferver, só pra engrossar um pouco. É chatinho de acertar o ponto da calda e se ferver talha mesmo.

Para a cobertura ( dia seguinte):

1 xícara de água

2 xícaras de açúcar

1 xícara de claras em temperatura ambiente

Leve ao fogo a água e o açúcar , até um pouco antes de ponto de fio, consistência de mel. Bata as claras em neve e misture aos poucos, batendo sempre, a calda de açúcar ainda quente. Bata até amornar.

Montagem:

Num prato de servir, disponha o primeiro disco de massa. Tire aquela ‘pele’ que fica por cima (para que a massa fique mais absorvente). Molhe a massa com uma mistura de leite com leite condensado – fica bem liquida mesmo (essa é a dica da Carla!). Depois espalhe a Baba de Moça. Molhe também o disco de massa que irá por cima. Repita o procedimento com o terceiro disco.

Depois de montado o bolo, cubra ele todo, inclusive as laterais com uma camada fina do recheio, só pra selar.

Deixe na geladeira, bem protegido, de um dia para o outro. No dia seguinte, prepare a cobertura, cubra o bolo e enfeite com nozes inteiras ou uma farofa de nozes.

Enjoy!  (RL)

 

Baixa Gastronomia

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Nesse momento Copa do Mundo torço muito para que os turistas adorem a cidade de São Paulo. Desejo que eles sejam fisgados por uma coxinha, por um beijinho de coco, que sintam-se arrebatados por nossa baixa gastronomia, aquela que passa longe dos restaurantes sérios e caros.

Uma fatia de bolo de fubá saído do forno, bem no intervalo do jogo, sem dúvida ajuda a disfarçar o lado mais rançoso da cidade.

Caso me consultem, as indicações serão claras: nada de alta cozinha; futebol tem muito mais a ver com nossa comidinha alegre e rasteira.

Agora em junho, por exemplo, é moleza encontrar paçoca e pé de moleque. Todo turista deveria experimentar pastel e empada. Feijoada, croquete, pudim de leite, farofa amarela, farofa de banana, qualquer tipo de farofa. E pão na chapa numa padoca qualquer.

Se eu fosse Holandesa ia preferir mil vezes um prato de arroz, feijão, bife acebolado e batata do que aquele sanduíche gigante de mortadela feito pra impressionar estrangeiro.

Se viesse da Austrália agradeceria de joelhos se me servissem picadinho com mandioca frita e se meu país de origem fosse a Costa do Marfim cairia de amores por nossa pizza de massa fina.

Brigadeiro vá lá. É manjado mas é bom e custa um nadica.

Tanta coisa boa tem por aqui…dá pra agradar Coreano, consolar Espanhol, atiçar Alemão, encher de esperança até o Português.

Não sei se conquistaremos o Hexa. Tomara Deus.

Mas que dá pra conquistar esses gringos pela boca isso eu garanto.

Pão de queijo neles!  (RL)

 

Falando de Amor

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Vou contar uma cena que me dilacera o coração: abrir a geladeira e constatar que acabou o requeijão.

Hiper mega blaster fossa.

Requeijão é um dos pilares da vida. Toda casa de família tem. Todo domingo a noite pede. Todo pão francês exige.

Meu relacionamento com ele é cremoso, leitoso, amoroso demais e ainda que o mundo nos regale com manteigas incríveis, Philadelphias temperados e até Polenguinhos Light, tem momentos que pedem Re-quei–jão. No café da manhã fromage nenhum se compara.

Ao voltar de viagem o primeiro prazer é o reencontro com o requeijão; travesseiro fica em segundo.

Acreditem: minha amiga Ana tem até personal requeijão. Ela abre a tampinha de alumínio e passa o seu queijo na torrada e se por ventura a faca de outro alguém invade a área sabe o que ela faz? Abandona, doa, abre outro só pra ela.

Eu nem sou tão ‘písica’ aliás não consumo requeijão todo dia, na verdade quase nunca porque infelizmente ele tem um único defeito: engorda. Mas hoje isso é ínfimo detalhe.

Porque não vivo sem meu requeijão, preciso poder localizá-lo tipo extintor de incêndio. Quando um copo já está na metade é imprescindível que haja outro na geladeira. É a regra da casa. Pelo menos era.

Ontem, depois daquele zero a zero da seleção, o pãozinho esquentando no forno…abri a geladeira e levei um não, um enorme e dolorido não do requeijão.

Péssimo. Dormi atormentada.

E não pensem que um telefonema para a padaria encerra o caso. Vou apurar responsabilidades.

Mas até lá…

Minha alma segue aflita e eu me esqueço até do futebol.   (RL)

 

 

Mercadão

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Terça feira, 8h40 da manhã.

O Santo protetor dos que ousam atravessar a cidade de São Paulo estava de plantão pois saí do Itaim Bibi a essa hora e as 9h00 já estava estacionada em frente ao portão 8 do Mercado Municipal, na Rua Cantareira.

Eu e a Neusa.

Entrei com uma sacola térmica na mão e ideia nenhuma na cabeça. Entrei animada, inconsciente do perigo, mas não sem escolta.

Neusa é nossa funcionária, conhece tudo e todo mundo. Fui atrás dela. Cinco minutos depois deleguei totalmente.

Neusa, compro camarão? Neusa, compro robalo? E essa bisteca? Entendi, tem que levar costelinha também. Quero morango. Tá caro? OK não compro. A mandioca tá linda? Então compro.

Manda quem pode, obedece quem tem juízo.

Por mim teríamos levado todos os queijos, azeitonas, tomates e linguiças. Todas as castanhas, as frutas estranhas, pimentas, cogumelos, mil saquinhos de temperos.

Beterraba em pó achei a coisa mais linda.

E os vendedores? Oferecem a cereja suculenta que acabou de chegar, um naco de gorgonzola, uma tâmara, uma fatia de caqui reluzente…de tentação em tentação fui ficando é zonza.

Mas a Neusa não, ela seguia inabalada. Deslizava pelos corredores como se estivesse em casa, cumprimentado amigos, preferindo uma banca a outra e eu crente que eram idênticas.

Com ela no comando, entreguei razão e emoção ao Mercadão. Deixei que brotassem os pensamentos gordos, fantasiei almoços, apimentei jantares, jurei nunca mais pisar na Peixaria do Bairro.

Quando me dei conta a sacola estava lotada, ou melhor, encantada.

Pra quem vai com a cabeça no lugar, o Mercado é uma bela construção de 1933, com lindos vitrais alemães, onde vendem-se produtos de ótima qualidade a preços melhores que no Itaim.

Pra quem vai com a Neusa no lugar, é intensamente diferente.  (RL)

 

É Batata!

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Dados não oficiais mas de fonte confiável indicam: a memória afetiva, quando cutucada, tem uma deslavada preferência por comida.

Pense numa situação gostosa da infância, um local, uma lembrança boa.

É batata!

Casa da vovó Quinquinha combina com suspiro, jardim da infância traz de volta o donut da Dona Maria, Tia Anna rima com fios de ovos, férias na praia é torta de uva, férias na fazenda é puro pão de batata, amarelinho por dentro e corado de gema por fora.

Experimente e verá que mais forte que o cheiro do baú de cobertores, que o perfume do primeiro namorado, é o aroma que vem da cozinha.

Quantos aromas.

Esse fim de semana fiz uma sopa de cevadinha que nem ficou muito ótima mas que por outro lado até deu certo porque me possibilitou lembrar da Bala de Cevada Sönksen. Era uma bala marrom achatada, parecia aquele inseto que também começa com ba. Quem se lembra da latinha oval vermelha e letras douradas?

Da Bala de Cevada pro pirulito de chocolate que vinha espetado no carrinho de sorvetes da Kibon fui num segundo. E o Pingo de Leite? E Chicletes Ploc? Chega, chega, não vou continuar porque já vi que descambei pro açúcar, já lambuzei de mel a sopa, como sempre.

Fazer o que…sou formiga desde Renatinha.

Tenho esse desvio de paladar que apaga qualquer lembrança salgada.

Memória afetiva, pra mim, é batata: é memória doce.  (RL)

 

Sobrevivi

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A vida sem chocolate é meio amarga mas está longe de ser totalmente azeda. Para resistir ao feriado, preparei com antecedência uma estratégia de defesa. O contra ataque começou com bolo de pistache, evoluiu para pudim de claras, culminou com cocada e finalizou com manjar branco. Artilharia de primeira.

Pude contar também com a solidariedade dos aliados. Ganhei biscoito com creme de avelã de uma amiga, bolo de mel com frutas de outra. Quer dizer: meus olhos viram o inimigo a beça mas o coração não sofreu tanto assim.

Pela primeira vez em muitos anos comprei pouquíssimos ovos de Páscoa. Economizei dinheiro e calorias; sim, considero de regime quem não sucumbe ao cacau nessa ocasião.

Com a desculpa de estarem longe, nem os netos faturaram ( isso pode configurar maldade, eu reconheço). Os afilhados ganharam ovos pequenos e cada uma das filhas um coelhinho miniatura. E pronto.

Venci a pior batalha – ficou intacta a promessa – mas o perigo ainda se esconde nas gavetas, no armário da cozinha, no quarto das filhas. Por isso aviso: se algum bom bom perdido der de cara comigo, se me olhar com expressão derretida, atiro na panela o infeliz, vira calda sem dó nem piedade. Congelo o potinho até o ano que vem. Mais precisamente até 14 de janeiro de 2015, as 10 e meia da manhã. Quando então, pra provar minha rendição, comerei em público uma mega fatia de bolo de chocolate, com duas camadas de recheio de brigadeiro, sob 3 bolas de sorvete de chocolate, tudo isso afogado numa calda bem escura e brilhante, de chocolaaaaaate.  (RL)

 

Torta da Veroca

Uva-Isabel

Pesquei na memória da infância e alojei numa gavetinha do meu subconsciente, um cacho de uva Santa Isabel. É aquela uva pretinha de casca fina, difícil pra caramba de encontrar. A uva da Torta de Uva da Veroca. Que a gente comia nas férias de verão, a 3 metros da areia da praia, a criançada toda em volta da mesa e as mães indo e vindo com os pratinhos de torta.

Gulosa que sou, nunca esqueci. Fui me distraindo com outros açucares até que, sei lá, 35 anos (?) depois que a última Torta da Veroca me atingiu, dei de cara com bandejas da misteriosíssima uva Santa Isabel, no Natural da Terra da Vila Olímpia, quarta feira passada, em plena luz de duas da tarde.

Foi um reencontro emocionante, tipo miragem.

Conferi a etiqueta, tava lá: Santa Isabel, elazinha mesmo.

Portanto me perdoem. Essa receita é de fato uma sacanagem pois o ingrediente básico não se compra, se caça. A dica é estar sempre alerta: achou, agarrou. Achou, agarra pra mim também, 3 bandejas por favor.

Torta de Uva da Veroca

1 kg e meio de uva Santa Isabel, debulhada, lavada e seca. Se tiver paciência e tempo corte ao meio e tire o caroço. Ou não.

200grs de manteiga ou margarina

200 grs de açucar

200 grs de farinha de trigo peneirada

4 ovos

Bata as gemas com o açúcar, acrescente a manteiga e por último a farinha. Bata as claras em neve e incorpore delicadamente na massa anterior. Despeje em forma untada sem deixar uma camada muito grossa, aproximadamente um dedo e pouco. Cubra com as uvas, polvilhe açúcar e leve ao forno médio, até dourar.

PicMonkey Collage

Fica uma delícia com sorvete de creme ou de iogurte. Eu não me incomodo com os caroços mas pra quem liga. é só tirar antes. (RL)

 

Cozinhando Simples

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Embora eu esteja a anos luz de dominar as panelas, já fiz vários cursos. Curso de saladas, de sobremesas, de risotos, de bolos, até um curso mais prolongado, de Formação em Gastronomia.  Pra quem gosta do assunto as aulas são sempre fartas,  as receitas com seus truques, as prateleiras com suas traquitanas, cozinhas lindas, equipamentos incríveis, novidade nessa área é o que não falta.

Tudo enfeite.

Pra cozinhar basta vontade, utensílios básicos, e higiene.

Atualmente participo como ajudante de um curso de culinária para pessoas de baixo poder aquisitivo e lá vejo solução pra tudo: tampa de garrafa dá um cookie bonitinho. Vejo criatividade: a banana vai com casca mesmo pro doce. Vejo ideias que economizam: não tem aliche compra sardinha anchovada que a sardella fica ótima. Vejo receitas que se desdobram:  troca o açúcar por queijo ralado e o biscoito vira aperitivo. Por fim, vejo o mais importante: um sorrisão no rosto das alunas e um sabor delicioso nos preparos.

Nada – absolutamente nada se perde – nem o talo da salsinha.

Não questiono a eficiência de uma batedeira planetária, de uma coleção de facas alemãs ou de uma panela francesa esmaltada. Só digo que o sucesso na cozinha não depende disso.

O sucesso depende muito mais de uma palavrinha simples, exercitada no plural: iniciativas.  (RL)

(esse post também está no www.dedodemoca.net onde somos colaboradoras)

 

Masoquismo

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Faz 35 dias que não como chocolate. Faltam só 330.

Droga de promessa que fui inventar mas enfim, daqui até janeiro de 2015 tenho esperança que meu cérebro desenvolva uma estratégia de convivência pacífica com a Kopenhagen.

Porque fugir não adianta. O chocolate é onipresente – está na TV, na padaria, na festa de aniversário, na bolsa da minha filha e na gaveta da sala.

Então a proposta de hoje é encarar de frente o inimigo. ‘Vou estar postando’ uma receita de Brownie, numa atitude repleta de amor e desapego.

É uma receita antiga, já fiz milhões de vezes, principalmente nas noites de sábado da adolescência, quando batia aquela fome-carência. Tá toda encardida a página do livro.

Vá com Deus bolinho amado!

Que eu te pego de jeito, quando essa tortura acabar. (RL)

Brownies

1 ½ xícaras de farinha peneirada

2 xícaras de açucar

10 colheres de sopa de chocolate em pó

1 colher de chá de sal

4 ovos

1 xícara de margarina amolecida

2 colheres de chá de baunilha

¾ xícara de nozes picadas, tostadas (ou amendoins sem casca)

Colocar todos os ingredientes (menos as nozes) na tigela grande da batedeira. Bater em velocidade média por 3 minutos. Misturar as nozes. Assar em forma retangular.

 

 

Frescuras

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Já que meu nariz se vê obrigado a inalar esse calor desumano, o jeito é ventilar a cabeça caindo de boca nas frescurinhas.

Sábado foi dia de rúcula com queijo pecorino e pignoli tostado, regados com azeite extra virgem e vinagre balsâmico daqueles especiais, envelhecido 10 anos. Quem avisa amigo é: não fica igual com balsâmico comum. Também não precisa sal porque o queijo resolve super.

Depois, fiz um gazpacho que ficou 6 horas repousando na geladeira. Precisa dar esse tempo pro pepino conversar com o tomate, com a cebola, o suco, o caldo, todos se entrosarem numa boa. Servi de entrada no jantar e arrasei.

Ontem americanizei o cardápio com uma Coleslaw e nesse caso os repolhos pediram 4 horas de sossego, até ensoparem completamente. Ficaram divinos.

Agora quem me conhece sabe que não vivo sem açucar. Então, fiz salada de frutas vermelhas. Juntei num cristal transparente: morangos, blueberries, amoras, sementes de romã e rasberries. Pra acompanhar, creme inglês no sábado, sorvete no domingo.  E gotas de vinho tinto pra finalizar.

Pena que o fim de semana passou tão rápido; hoje é dia de despencar na real. Adeus queijo, nada de molho, segunda feira feliz só no grelhadinho.

Well, well… posto aqui minha doce lambança, digo, lembrança.  (RL)

Salada Coleslaw

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½ repolho branco cortado em tiras finas

½ repolho roxo cortado em tiras finas

1 cenoura sem casca, ralada em tiras

2 colheres de sopa de cebola picada (opcional, eu dispensei)

Uvas passas claras, um punhado

Molho:

½ cup de maionese

1/3 cup de açúcar (coloquei um pouco menos)

¼ cup de leite

¼ cup de creme de leite fresco

2 colhs de sopa de suco de limao

2 colhs de sopa de vinagre de vinho branco, importado (importante!)

½ colher de chá de sal

pimenta moída na hora, à gosto.

Misture  com o fouet, até dissolver todo o açúcar, depois junte o molho na salada, dê uma boa mexida, cubra e deixe pelo menos 2 horas na geladeira. Eu deixei mais. Na hora de servir, joguei por cima pignolis tostados que sobraram do dia anterior. Porque crocância nunca é demais.  (RL)

 
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